quarta-feira, 27 de maio de 2009

Sleeplessness!




A
ocupação que não me deixa dormir não é a de excessos de café, roncos ou outras coisas relacionadas. Mas sim os pensamentos, que chegam em sua velocidade máxima justo ao horário que diz ser destinado a descanso, e que nem por isso, é seguido. Talvez o horário que mais me canso é o de dormir.
Quando parece está tudo calmo ao seu redor, menos em sua própria mente, que vem com ideias, cria diálogos supondo o que precisa dizer para alguém no dia seguinte, planos bestas que se depender no outro dia será esquecido...E aquela básica retrospectiva do seu dia?Do mês? E dependendo da sua imaginação, até mesmo do seu ano passado?Entretanto, depois de horas e horas você cai na real que amanhã é outro dia, e não necessita de tantos ensaios monólogos assim, apitando e activando mais uma vez o diálogo com você mesma, em tom rude: “ Chega, agora preciso dormir! “ . O que pode ser sem sucesso algum, te fazendo obrigatoriamente esquivar dos pensamentos que parecem ser excessos... Quem sabe ansiedade?Ou simplesmente inapropriado para o horário.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Open!




I
sso tudo era como se em dia de chuva, entrássemos em um lugar coberto, eu propriamente acendesse a luz, olhasse em nossa volta, caminhasse até a porta, apagasse a luz e saísse. Te deixando na hora dos trovões. Porém, você já saberia que o lugar coberto foi construído por mim, impedindo a chuva e os trovões que eram tão novos pra você, de te destruir(...)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Hope!




A luz do sol hoje parecia me varrer de calor, deixando apenas minhas mãos frias e meu estômago revirado desconfortavelmente, por ser segunda-feira e por me dar flashes de lembranças que tinha deixado perguntas de lado, para a esperança das respostas chegarem em mim sem nenhum esforço físico nem psicológico.

A ideia de levantar para fechar a cortina antes mesmo que o sol me corroesse o estômago, e logo depois olhar para frente e me ver no espelho, foi involuntária. Eu reflectia um ar de exausta por tantos pensamentos, e olheiras que jamais tinha visto em mim. Olheiras resultantes de sono, ou pela ausência dele...

A chama da esperança do meu futuro, que tem tanta tendência de ser igual ao passado, me da medo, agonia. Queria apagá-la com um sopro e se com isso, ela levaria o meu medo.