quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Want!




Encontrar tudo o que eu gosto mas não me encontrar...
Quero um prazer que me leve ao rumo diferente do de antes.
Quero o que todos querem, só tenho medo do que esse “que todos querem’ seja demais pra mim e que venha a transbordar.
Quero ter mais que sentimentos resmungões. Aquele que ecoa em você, e não sai. Quando sair vai ser impulso? Se for, melhor não. Desligado o trabalho é menor. Porém, não fascina, não encanta, não se prende. E eu quero me prender! Não exatamente ‘prender’, mas quero ficar. Esta tão cedo ainda, felizmente.
Quero a resposta pro verbo existir, A RESPOSTA! Mas ela me parece vir sempre como incógnita. O que é isso? Além da resposta, tem que traduzir? Sim... E logo vem a incerteza se sobressair. Por sorte, até hoje convivi bem com isso, ou foi tudo anestesia de ilusão?

Quero mudar esse acordo com meu subconsciente, pois a validade expirou.

domingo, 16 de agosto de 2009

Speechless!


Mostrar que fez por bem, seguir os passos dos certinhos é tudo pretexto pra receber elogios.

Ooow, olha pra cá, porque "nem tudo que parece, é. "

Realmente. E essa frase me segue a uma jornada bem longa, que me faz ter pé atrás com coisas que parecem ser simples, mas na verdade tem todo um jogo de ideias por trás, e as que mostram ser difíceis demais, que normalmente é a que nós mais esperamos receber algo em troca, não passam de um pão com manteiga.

As mulheres insistem em se casar de branco, para mostrar a pureza ausente.

E os que insistem em sofrer por algo que propriamente já sabem o final, masoquistas. (?)

Um eterno desassossego pra mim, talvez por parecer que me encaixo em outro lugar distante o bastante desta forma de vida tão tradicional...

Realizar as coisas, mas do jeito diferente, porque o comum realmente nunca me agradou. Entretanto, me parece que por ser fora do comum o cartão vermelho é sempre uma carta a se utilizar. Utilizada daquela forma que você é você, e logo diz tudo que pensa para aqueles que optam em fechar os olhos voluntariamente para tudo que acontece com si próprios e logo te apresentam o cartão vermelho e de brinde te olham como se você fosse um origami. Depois disso me pergunto se essas atitudes são novas, e a resposta ecoa dentro de mim que NÃO! Não são!!

Com o tempo vi que colecionar cartões vermelhos foi o meu hobby idiota de grau maior, que me fez ser quase um crise de silêncio, com sensação de que tudo é vago, leve e mudo, e que não vai valer a pena eu dizer nada. Virei um origami, lembra?

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Blame!



Dias atrás eu me irritei com o Pequeno Príncipe, com a Raposa dizendo: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Fizeram acreditarmos que somos dependentes dos outros para sermos feliz. Eu achava que ela estava errada, que ninguém é responsável por ninguém. Mas agora vejo que ela está mais do que certa. Quando a gente ama a gente cuida, a gente se importa, a gente faz o que for precisa para ver o outro feliz. E somos responsáveis sim, por tudo aquilo que cativamos.

Se eu escrevo pra você, e de repente você gosta daquilo que escrevi, significa que eu cativei. Eu terei que fazer valer o que escrevi, mesmo que duvidem, que discordem, que pensem o contrário...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Letícia Sousa!


O máximo da decisão é encontrado de todas as formas em você. Já revirei meus pensamentos passados sobre nós, e não há você indecisa em algum momento.E isso me passa uma admiração imensa, isso e mais outras características que parecem não ter mais fim, quando penso em você, e quando falo de você.

A vontade que eu tenho de te ver sempre bem, transborda. É realmente o topo do que eu quero pra você.

Eu me pergunto o que leva as pessoas a esperarem tanto das outras. E eu nem sei responder. Só sei que me encaixo por esperar que quem esteja com você, te faça feliz. E isso não precisa ser o máximo da felicidade, porque caso você caia vai doer mais, e se doer em você, logo em mim também. Como se quem atirasse, atravessasse em você e em mim, mesmo se eu não estivesse te acobertando nessa hora.

Debochada, de um jeito engraçado que só você tem. Me deixa a vontade para falar de qualquer coisa, desde as que parecem ser inúteis, com o propósito de várias risadas, até as que são sérias, com o propósito da sua opinião, que sempre é de tanto valor pra mim, que talvez pareça que só tenho a você pra recorrer.

Você me parece ser o ingrediente perfeito para quem acredita em amizade verdadeira.Com sua personalidade invejável, trás consigo todos os sentidos para cativar quem for preciso. Dona do sorriso iluminador, com todas as cores do arco-ires, que é impossível de passar despercebido, e que quando ausente, a saudade é inevitável...

Minha amiga, meu porto seguro inabalável, de onde busco um apoio, de onde deposito o nível mais alto da minha confiança, de onde deposito o meu AMOR!

Um parabéns e um feliz aniversário merecedor!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

I don't know!




E
u não sei! Não sei mais deixar as coisa no lugar, mandar pra PQP, e muito menos escrever, só escrevo merda, e me preocupa saber que são essas merdas que gostam de ler.
Tô cansada de bagunçar a cabeça das pessoas, tô querendo esclarecer. "Mas eu não seeei!" E logo escuto a Clarice gritar, apontando o dedo na minha cara: "Não sei" não é resposta, aprenda a encontrar tudo dentro de você! E eu até entendo, e me calo e logo deixo o limite chegar. E então? Chegou? Ficou e acabou? Não. Primeiro pra esclarecer tem que abandonar o teu querido orgulho, mas querer regular os sentimentos, principalmente os de orgulho, parece tão impossível, e aí? Como esclarecer? E "para que" esclarecer? Será que depois de esclarecido vai valer tanto a pena, do que de antes, que era tudo imprevisível?... Acho melhor comer um Doritos e imaginar que tá tudo bem. Porém, eu não quero me tornar uma pessoa amarga, digamos que até frustrada. E a mania de perfeição que o mundo exige de mim, grita na horizontal: " Que vergonha, hein ". E aí, volto tudo de onde eu comecei a bagunçar, e digo: " Mas eu não sei Clarice, porra! "; " Eu não sou Jesus Cristo! "

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Delete!



Reclamar faz bem pra pele? E por isso que reclamam tanto?
Quem sabe seria tudo melhor se falássemos com mais freqüência do que gostamos!
Tem gente que detesta ouvir os problemas dos outros, e se não contam os seus são hipócritas. Se você não demonstra o que sente, é frio, e se demonstra é efusivo. E todos odeiam os frios e os efusivos. Odeiam odeiam. O visinho é chato, aquele filme é ruim, odeia acordar cedo e reclama da insônia. Homem perfeito é gay. Quem grita é mal educado e quem pede licença é estranho.
Você é feliz? Mas não pode! Você tem que ter problemas.
Vê se desapega ou entre em uma redoma.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ok!



As vezes me sinto culpada por não escutar os problemas dos outros, ou as soluções... Por não distribuir sorrisos grátis quando acordo, ou em um dia inteiro... Por ter facilidade em cortar relações, principalmente as que se auto-construem... Por não ter respostas, ou por tê-las e não saber encaixa-las corretamente... Por querer decifrar qualquer mensagem perdida no olhar de um qualquer, ou no meu próprio olhar... Por tirar bom aproveito da solidão, ou por ela tirar de mim... Por ser inoperante e demorar dois dias pra fazer coisas em que pessoas normais fazem em dois minutos, ou nem fazem... Por ser folgada e levantar só quando algo me interessa, ou por esperar o interessante ser tão interessante, que chegará em mim mesmo eu sentada... Por não entender a língua dos matemáticos, ou por intendê-las, mas do meu jeito... Por me assustar com gente efusiva, ou simplesmente por achar ridículo! Como também acho ridículo qualquer tentativa forçada de amor. “Ta carente? Compra um urso!”

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Sleeplessness!




A
ocupação que não me deixa dormir não é a de excessos de café, roncos ou outras coisas relacionadas. Mas sim os pensamentos, que chegam em sua velocidade máxima justo ao horário que diz ser destinado a descanso, e que nem por isso, é seguido. Talvez o horário que mais me canso é o de dormir.
Quando parece está tudo calmo ao seu redor, menos em sua própria mente, que vem com ideias, cria diálogos supondo o que precisa dizer para alguém no dia seguinte, planos bestas que se depender no outro dia será esquecido...E aquela básica retrospectiva do seu dia?Do mês? E dependendo da sua imaginação, até mesmo do seu ano passado?Entretanto, depois de horas e horas você cai na real que amanhã é outro dia, e não necessita de tantos ensaios monólogos assim, apitando e activando mais uma vez o diálogo com você mesma, em tom rude: “ Chega, agora preciso dormir! “ . O que pode ser sem sucesso algum, te fazendo obrigatoriamente esquivar dos pensamentos que parecem ser excessos... Quem sabe ansiedade?Ou simplesmente inapropriado para o horário.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Open!




I
sso tudo era como se em dia de chuva, entrássemos em um lugar coberto, eu propriamente acendesse a luz, olhasse em nossa volta, caminhasse até a porta, apagasse a luz e saísse. Te deixando na hora dos trovões. Porém, você já saberia que o lugar coberto foi construído por mim, impedindo a chuva e os trovões que eram tão novos pra você, de te destruir(...)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Hope!




A luz do sol hoje parecia me varrer de calor, deixando apenas minhas mãos frias e meu estômago revirado desconfortavelmente, por ser segunda-feira e por me dar flashes de lembranças que tinha deixado perguntas de lado, para a esperança das respostas chegarem em mim sem nenhum esforço físico nem psicológico.

A ideia de levantar para fechar a cortina antes mesmo que o sol me corroesse o estômago, e logo depois olhar para frente e me ver no espelho, foi involuntária. Eu reflectia um ar de exausta por tantos pensamentos, e olheiras que jamais tinha visto em mim. Olheiras resultantes de sono, ou pela ausência dele...

A chama da esperança do meu futuro, que tem tanta tendência de ser igual ao passado, me da medo, agonia. Queria apagá-la com um sopro e se com isso, ela levaria o meu medo.